Faz tempo que não faço um post genuíno e sincero, desses em que vou escrevendo e escrevendo sem pensar muito e no fim fico feliz porque as idéias estão todas expostas – mesmo que mal dispostas.
E claro, me sinto um pouco relapsa de não documentar minha gravidez para recorda-la no futuro. O problema é que ser fabriquinha de gente dá uma priguiiiii…
Ainda assim vivo tantas coisas bacanas hoje em dia que, sinto, é necessário registrar. Todo o carinho que uma graudinha recebe é uma delícia. O que vem do marido e da família então, é especial.
O Lu inventa mil apelidos malucos – Ovinho de dinossauro é meu preferido – e me proporciona tantos bons momentos que eu quase choro – muitas vezes de rir – todos os dias. Definitivamente estamos aproveitando lindamente esse momento. Confesso que não esperava tanto… Ele tem sido desde já um pai incrível, participativo e feliz!
A barriga atrai carinho. Mesmo que algumas vezes constrangedor, acaba por ser sempre motivo de sorrisos e paz de espírito.
Dá um medão também! DE fazer certo, de não pisar na bola com a pessoa que vem por aí. Por isso estou lendo muito. A Clarice, conhecida de longa data, tem o Benjamin e um blog super bacana onde outro dia ela postou sobre leituras de gravidez.
Me joguei de cabeça. Especialmente no Dr. Winnicott. Abre muito a cabeça saber que o instinto fala mais alto e é o que de mais sábio uma mamãe – principalmente iniciante, como eu – pode e deve fazer. E saber que a hora de lamber a cria é super importante na formação do baby também me deixa mais tranquila…
Estou agora na metade da jornada. Muito sono e fome me acompanham o tempo todo na ansiedade da espera. A yoga tem me ajudado a segurar a onda, assim como o controle da glicemia e a atenção à alimentação. Tudo tem mudado. O mundo está girando em uma velocidade incrivel para nós.
E pensar que há 6 meses nos mudamos para um lugar menor, para assumirmos a nossa – e só nossa- vida a 2. Agora vamos nós de novo mudar para um apê maior, com um quarto para o Felipe. Gostoso, apesar de corrido.
Acho que fazer 30 é assim mesmo. Mas como eu não espero pouco da vida, parece que fazer 30 e virar mamãe ao mesmo tempo está na medida certa =)