é verdade. Felipe agora tem 9 meses. está um pitéuzinho. engatinha, conversa, come um montão. é muito carinhoso e feliz. sorri o tempo todo e tem um carisma incrível.
essa parte da vida é a felicidade plena. nem sei como agradecer ao destino por ter me entregue a uma família tão unida e amorosa.
a outra parte é dureza. ficar 10 horas por dia longe deste coisinha:

Tentar encontrar sentido nessa separação tão extensa e fazer as contas para ver se a compensação financeira existe tem sido um enorme exercício de reflexão. O sentido de obedecer um modelo “corporativo pós-moderno asséptico estéril prático” parece não existir.
Será que vale continuar em busca de reconhecimento, aumento? Ou seria melhor avaliar o momento e partir pras cabeças?
Pensando na Tia Paula e seus 3 filhos amorosos e no modelo oposto que foi seguido em casa, com uma mãe trabalhadora e cheia de conflitos comigo, me pego pensando que realmente $$ é muito pouco nessa vida e que precisamos de menos esforço e mais amor.
#comofaz?
acho que vem mudança por aí, porque afinal eu sou siricutico do fio de cabelo à ponta do pé e não consigo pensar em viver de um jeito só. CORAGEM e lá vamos nós!







